CD: Gwen Stefani – This Is What The Truth Feels Like

Olá, gente! Já estamos quase em abril, mas eu não queria deixar março passar sem fazer pelo menos uma recomendação musical para vocês… E então percebi que ainda não tinha comentado sobre o meu CD favorito de 2016. Olhem que absurdo! Isso acaba hoje. Esse é This Is What The Truth Feels Like, da maravilhosa Gwen Stefani.

Eu sempre adorei a Gwen acima de qualquer outra cantora pop, mas esse CD é simplesmente uma obra de arte. Todas as músicas foram compostas por ela, o que, sem duvida, é o maior diferencial. Acho que não tem uma maneira de se conectar melhor com um ídolo ou um artista… Palavras, sejam elas em uma música, um poema ou um livro, transmitem exatamente o que uma pessoa sente ou pensa. E Gwen consegue juntar letras emocionantes com melodias que ainda as tornam agradáveis de se escutar. Por isso, para mim, ela é o pacote completo.

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Vou falando como se todo mundo conhecesse, mas aqui vai um pouco da história por trás deste disco: Gwen foi casada por muitos anos com outro cantor, Gavin Rossdale, e com ele teve três meninos. Rumores (que eu acredito!) que saíram ano passado alegam que Gwen descobriu que Gavin a traía com a babá dos filhos do casal… E aí seu mundo caiu. Algumas faixas desse CD falam sobre esse término, inclusive o primeiro single, Used To Love You, que é um grande desabafo dela sobre o fim dessa história. Como ela mesmo contou, foi uma maneira de lidar com aquele luto. Já tendo passado por uma situação parecida, essa é uma daquelas músicas que me deixa toda arrepiada! É quase como se Gwen pedisse aos fãs aquela força pra enfrentar o que está acontecendo.

Mas nem só de tristeza é feito esse álbum! Caso vocês não saibam, já há algumas temporadas, Gwen é uma das juradas do programa The Voice. E foi lá que ela conheceu outro jurado, o cantor country Blake Shelton (pausa para um suspiro!) que, por ironia do destino, estava passando pela mesma situação, se divorciando de sua ex-esposa Miranda Lambert. E foi por terem isso em comum que Gwen e Blake acabaram se aproximando… Apesar de serem discretíssimos sobre seu relacionamento no início, foi só o álbum da Gwen sair para as músicas dedicadas a ele confirmarem que aquilo era mesmo amor! Sabe aqueles primeiros meses em que você conhece uma pessoa e sente aquela paixão imediata? Make Me Like You, Rare, Misery, e muitos outros hits são exatamente sobre esse período “fofinho” de todo relacionamento em que você está completamente fascinado pelo seu novo amor.

Blake e Gwen continuam juntos até hoje e eu tenho muito orgulho de fazer parte da família Shefani de fãs do casal. Uma pena que esse CD não fez tanto sucesso quanto ele merecia! Assim, aqui vai o meu conselho: escutem! É difícil falar em faixas favoritas quando eu sou alucinada por todas elas, mas se tivesse que eleger alguma, além das que citei acima, diria para vocês conferirem Obsessed, Getting Warmer e, principalmente, Truth! Mas também ouçam Red Flag, Rocket Ship, Asking 4 It… Já perceberam, não é? Melhor terminar esse post, ou não paro de falar!

This Is What The Truth Feels Like e sua versão Deluxe com faixas adicionais estão disponíveis no iTunes e em serviços de streaming como Spotify e Deezer.

CD: Natasha Bedingfield – Strip Me Away

Um dos meus filmes favoritos de todos os tempos é o O Noivo Da Minha Melhor Amiga, baseado no livro homônimo da Emily Giffin, lançado um tempinho atrás, estrelando Kate Hudson e a Ginnifer Goodwin (se ainda não viram, estão perdendo tempo!). No finzinho do trailer dele toca uma música com os momentos de maior suspense da história, e depois de pesquisar um pouquinho descobri que ela se chamava Too Little Too Much. Sinto arrepios toda vez que ouço essa música, uma sensação boa – não sei se por que a associo ao filme ou se por que a letra é poderosa – mas seja lá o motivo, foi a paixão por essa faixa que me fez cair nesse álbum da Natasha Bedingfield, o Strip Me Away.

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Essa capa não é linda demais??????? Já conhecia a Natasha de uns hits antigos, e sabia que ela tinha (bons) motivos pra ser conhecida, mas não imaginava que ia me apegar tanto a esse CD! Seguindo o próprio nome, ele fala muito sobre auto estima e sobre dar valor a quem a gente é de verdade! Aceitar e expor nossa essência pro mundo sem medo de qualquer julgamento. E claro, colocar amor em tudo o que a gente faz.

Não tem como não sorrir ouvindo esse álbum, além das melodias animadas da maioria das músicas, todas têm uma mensagem positiva. Te deixam leve, de bem com a vida! (ficou muito Xuxa essa descrição?) Sempre que estou meio desanimada ou chateada com alguma coisa, ponho alguma dessas faixas pra tocar no meu celular e me alegro na hora. Melhor ainda quando você aprende as letras: dá pra cantar gritando e extravasar mesmo.

Se ainda não te convenci a escutar pelo menos uma, desisto! E se você se rendeu, nem sei qual recomendar… TODAS são excelentes! Sei que sempre falo isso, mas dessa vez é sério! Escuta Strip Me, Neon Lights, Weightless (as duas versões), TouchRun-Run-Run, Put Your Arms Around Me… E ah, não esquece da minha favorita, Too Little Too Much!

 

CD: Tristan Prettyman – Cedar + Gold

Outro CD maravilhoso que veio pra embalar meu 2013 – e que não perdeu a graça até agora. Ano passado caí sem querer no clipe de My Oh My, talvez a música mais conhecida da Tristan Prettyman, no Youtube, e uma foi puxando a outra, até perceber que estava totalmente viciada. Amor à primeira vista, amigas, por Cedar + Gold.

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Muita gente conhece a Tristan por ser ex-namorada do Jason Mraz – eles chegaram inclusive a noivar, mas o compromisso terminou de repente, como ela mesmo desabafa na gravação das versões acústicas. Foi esse o rompimento que inspirou minha faixa preferida, I Was Gonna Marry You, e que, na verdade, ecoou no álbum inteiro: dá pra sentir a tristeza dela ainda em Never Say Never, Deepest Ocean Blue e Glass Jar, entre outros. Uma pena que ela tenha o nome associado a um cara que a fez sofrer tanto, mas, como dizem, há males que vem para o bem, e da dor nasceu esse CD lindo, que mostrou o trabalho dela para um número maior de pessoas, e veio provar de vez que ela tem talento de sobra e não precisa ficar na sombra de ninguém.

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Mas nem só de lágrimas é feito esse álbum. Tá pra baixo? Tem várias para te ajudar a levantar e sacudir a poeira: Second Chance, The Rebound e, claro, My Oh My. Sei que disse a mesma coisa na resenha da Lena, mas se tem algo que eu adoro são músicas que me lembram outras épocas – não muito antigamente, mas uns anos atrás quando o pop tinha mais conteúdo – e as da Tristan com certeza preenchem esse requisito. Todas as faixas contam uma história, não é só um barulhinho agradável… Você sente a mensagem.

Ficou curioso? Se quiser, dá pra escutar tudo no perfil da Tristan no Youtube, pelos links colocados aqui. Mas, sinceramente, esse disco vale demais os poucos Obamas que ele custa no Itunes… Investimento com um ótimo retorno! 😛

CD: Lena – Stardust

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Uma das minhas trilha sonoras do ano passado! Sou completamente movida a música e esse CD ganhou meu coração desde a primeira melodia! Foi meu companheiro nas horas boas e nas horas ruins! Hehe. Brincadeiras a parte, esse álbum mostra que a Lena (ou Lena Meyer-Landrut, para quem não é íntimo) conseguiu destacar um estilo mais consistente da mistura de sons que veio apresentando nos últimos anos, e como resultado disso todas as faixas do Stardust se complementam e a gente finalmente enxerga que caminho ela quer seguir a partir daqui. Com um toque mais feminino e delicado, esse CD vem recheado de canções fofas (no melhor sentido da palavra), algumas dançantes e outras mais lentas, mas todas com letras interessantes e ritmos aconchegantes (ficou cafona essa descrição, mas sabe quando a música te abraça?). Não sei explicar em termos técnicos esse novo lado da Lena, então só posso dizer que vale a pena escutar, por que é bom demais!!!!!!! Essa transformação dela como artista foi incrível, espero que ela continue nesse caminho por que não conheço tanta gente assim que faça o que ela faz, do jeito que ela faz.

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Aliás, não foi só a música da Lena que mudou… Ela também aparentemente adotou um visual mais maduro, mais “mulher”,  com mais atitude, que eu acho que combinou muito com ela! O cabelo e as roupas estão lindos! É uma mistura de moderno com antigo, que também se reflete no som dela, em quase todas as faixas do CD dá pra perceber um ar de décadas atrás, mas com letras cheias de gírias e expressões atuais. Já deu pra sentir que eu sou péssima pra explicar música né, gente? Mas tô me esforçando, por que todo mundo PRECISA ouvir esse álbum!

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Entre as minhas preferidas estão todasé sério, todas Neon (Lonely People), Stardust e Bliss Bliss (as agitadinhas) e Day To Stay e To The Moon (as calminhas), mas o CD inteiro é bom, então escutem todas. E as antigas também, haha. Lena é muito amor! ❤

Álbum: Stardust

Artista: Lena

Ano: 2012