Viagens: Suécia – O Museu do ABBA

Eu sou fã do ABBA desde que me entendo por gente.

Então foi só surgir a possibilidade de ir aos Nórdicos (e mais precisamente, de ir à Suécia) que eu sabia que a visita ao museu do ABBA era parada obrigatória. Alias, não só para fãs, mas uma parada obrigatória pra todo mundo que gosta de música – até por que ele fica no mesmo prédio que o Swedish Music Hall Of Fame – uma galeria com a história dos maiores músicos suecos, de Roxette à Avicii, e tenho certeza que esses a combinação dos dois passeios vai roubar seu coração, não importa a sua idade ou que tipo de som você goste de escutar.

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Foi tanta emoção que me dá vontade de chorar só lembrando! Chorei desde o momento que entrei até a hora de comprar os imãs na lojinha do museu. É muito difícil descrever, só quem tem um ídolo de paixão assim sabe, e as músicas do ABBA foram (e ainda são) a trilha sonora da minha vida, dos momentos bons e ruins. Cada vez que escutava uma eu me arrepiava toda e lembrava de alguma coisa importante… Não dá pra explicar, parece que a gente associa a voz daquelas pessoas que a gente mal conhece à nossa intimidade, como se eles fossem nossos amigos de muitos anos.

E no fim da visita essa foi a sensação que ficou em mim. Que eu era amiga de todos os quatro, e que eles eram meus amigos também!!!!!

Agora, como menos drama, vamos às minhas impressões sobre esta experiência.

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Olha, se você fala inglês, recomendo e muito os guias em áudio que eles disponibilizam na entrada. Em todos os ambientes do museu você encontra uma espécie de “leitor” que se conecta com o seu guia e através deles os próprios Bjorn, Benny, Frida e Agnetha narram a história deles e da banda. Eles começam contando sobre seu início na música, cada um com suas carreiras individuais, até se encontrarem e o ABBA, naturalmente, nascer.

O passeio todo é bem interativo… Você pode cantar as suas músicas favoritas em uma cabine especial como nas que eles gravavam os discos (olha lá eu fazendo uma versão bem ruim de The Winner Takes It All, na foto acima!), pode dançar os hits mais agitados em uma sala com uma pista de dança improvisada (essa das silhuetas na foto abaixo), pode até mesmo se apresentar com o ABBA em um grande palco com uma projeção de uns bonequinhos imitando os 4 membros da banda. Tem também uma réplica do helicóptero da capa do CD Arrival, e muitas (muitas!) roupas originais que eles usaram em clipes, shows e fotos oficiais, expostas.

A tal da "sala de dança", só com as agitadas, como Voulez-Vous e Does Your Mother Know.
A tal da “sala de dança”, só com as agitadas, como Voulez-Vous e Does Your Mother Know.

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O museu também oferece duas possibilidades pros fãs se sentirem mais perto ainda dos ídolos: logo no início da visita você encontra um telefone que (dizem!) pode tocar a qualquer momento com uma ligação de um dos quatro, pra bater um papo com quem atender. E mais adiante você encontra um piano branco que (dizem!) é ligado ao piano pessoal do Benny e toca sempre que ele toca o dele.

Como eu não tenho nem um pouquinho de sorte pra essas coisas, não rolou nenhuma das duas, mas sou brasileira e não desisto! Pensando bem, eu não faço idéia do que diria se tivesse a oportunidade de conversar com um deles… Além de EU TE AMO, PLEASE COME TO BRAZIL né? Hehe!

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Como vocês podem ver, fotografia não é o meu forte (e não era bem a minha prioridade lá!), mas eu espero que estas poucas sirvam pra pelo menos dar um gostinho a quem não tem como ir ou que está pensando em ir em breve, pra conhecer. Foi taaaaaaaaaanta emoção que já estou planejando minha próxima passada por lá! Como eles já pararam de fazer shows há muito tempo, provavelmente vai ser o mais perto deles do que eu jamais vou chegar. Fazer o quê se nasci na época errada, né…

Só mais algumas informações importantes: a loja do museu só aceita cartões de crédito ou Gift Card da própria loja, que pode ser comprado em um hotel que fica em um prédio ao lado ou através do site do museu. Eu só levei dinheiro e precisei trocar na hora pelo GC, mas quase saia sem nada! Sobre os ingressos: eu comprei com bastante antecedência pelo site também, mas vi pessoas comprando na hora sem problemas, nem estava tão lotado. Paguei 235 coroas suecas, que dá uns 90/100 reais dependendo da conversão.

Sobre localização não tenho muito o que falar… Ficamos num hotel colado na Estação Central de Estocolmo, bem perto do centro também e da movimentação, mas um tanto distante da área onde fica a Swedish Musical Hall Of Fame. Só seguimos as instruções de um dos funcionários do hotel e pegamos um desses bondinhos que andam pela rua pra chegar até lá, ida e volta. Foi a única vez que pegamos transporte público, o resto da cidade fizemos a pé.

Espero que vocês tenham gostado desse tipo de post!!!!!! Quero me animar pra narrar o resto da viagem!!!

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